quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Deus é Missão - Catequese Católica



A palavra catequista tem a sua origem no verbo ecoar. Por isso, catequizar é fazer ecoar no catequizando uma notícia que já foi anunciada e que agora está chegando aos ouvidos daquela criança, ou jovem ou adulto. A notícia a ser anunciada é Jesus Cristo. “Deus nos ama, mas nosso pecado nos impede de acolher este amor, por isso ele enviou seu Filho Jesus Cristo que morreu na cruz e ressuscitou e assim nos salvou. Jesus Cristo é a nossa vida, nossa alegria: Ele é tudo para nós. O que Jesus fez por mim, pode fazer por você também.
 Dom Rodolfo Luís Weber
Arcebispo de Passo Fundo


“Sentir-se chamado a ser catequista e receber da Igreja a missão adquire diversos graus .... Qual deve ser o perfil do catequista nos dias de hoje? 
Hoje, muito mais que em todos os tempos, a realidade em que vivemos,  traduz  a necessidade de que o zelo missionário, perfil do catequista, seja trabalhado em comunidade. O ser e o fazer do catequista não devem acontecer de forma isolada.

A formação de Catequistas tem como objetivos:
 a) Favorecer a cada catequista o seu próprio crescimento e realização, acolhendo a proposta de Deus e sentindo-se pertencente a uma comunidade; 
b) Capacitar os catequistas como comunicadores e no uso adequado dos meios de comunicação (jornal, TV, internet, rádio, etc.), a fim de que saibam transmitir o Evangelho com convicção e autenticidade, para que esta Palavra viva se torne luz e fermento em meio à sociedade atual (DGC 237); 
c) Preparar os catequistas para desenvolver as tarefas de iniciação, de educação, e de ensino, e para que sejam autênticos mistagogos da fé; 
d) Ajudar na busca de maior maturidade na fé, conscientizando para a importância de uma clara identidade cristã;
 e) mostrar quem é Jesus Cristo: sua vida, seu Ministério, e apresentar a fé cristã como seguimento da sua pessoa (DGC 41); 




 DIRETÓRIO GERAL PARA A CATEQUESE ( DGC)













DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE








 
SITES RECOMENDADOS:

https://www.edicoescnbb.com.br/documentos/cnbb

http://w2.vatican.va/content/vatican/pt.html

https://catequesehoje.org.br/index.php/raizes/catequista/332-conteudos-para-a-formacao-inicial-do-catequista

https://catequesehoje.org.br/outro-olhar/catequese-na-era-digital/1139-ciberteologia-desbravando-o-conceito


sábado, 6 de agosto de 2016



Sou Cristão


Sou cristão. Uma afirmação que faço com alegria, humildade, admiração  e temor. Ser Cristão é um dom recebido sem mérito de nossa parte, um empenho exigente e duro. Hoje o cristão volta a ser uma "novidade".  Num mundo em que nem todos se professam cristãos, o cristão é continuamente provocado pelo desafio  de descobrir de novo e viver a própria identidade. Não só; assim como cultura dominante não é mais aquela inspirada no cristianismo, o cristão se sente  como estrangeiro neste mundo, devendo, por isso, ir contra a corrente.

Num mundo do qual Deus está ausente e que vai se povoando de novos ídolos:  a ciência, a política, o prazer, o sucesso, o status, o dinheiro... o cristão crê em Deus. A verdadeira fé em Deus não é adesão a uma doutrina abstrata, mas a uma Pessoa. A fé em Deus vivo faz cair do trono todos os ídolos e os  reduz a meros instrumentos e, por isso, liberta o homem de tudo aquilo que o amarra.

Num mundo no qual se exalta o homem como único valor ou então se nega totalmente o valor do homem, o cristão crê em Jesus Cristo, homem Filho de Deus. Acredita que Jesus morreu e que ressuscitou. Crê que a sua vida encontra significado estando unida à do Cristo Jesus. Ele é o sentido radical da vida. Sem ele, eu nada sou. Mas a fé em Jesus é "viver como ele viveu", em um amor disposto a dar-se a si mesmo a Deus Pai e aos irmãos. A fé em Jesus encontra a sua demonstração quotidiana no amor radical pelos homens. Um empenho que tem de ser renovado todos os dias. Uma conversão contínua para um amor sempre maior.

O cristão crê no Espírito, amor vivo  e pessoal, que é Deus como o Pai e o Filho. Crer no Espírito é crer no amor, na unidade, ser sinal e fonte de união. Crer a única força criativa de libertação e transformação é o amor. Crer que o amor existe.

Num mundo no qual muitos acreditam só nos valores terrenos, o cristão crê na vida que existe  além da morte. A aventura da pessoa e da humanidade que não se acaba nas trevas do nada, mas na plenitude da vida, na comunhão beatificante de todas as pessoas como Deus e entre si. Uma fé e uma esperança que não aliena, mas que multiplica o empenho de tornar o mundo justo e fraterno.

segunda-feira, 16 de maio de 2016



Catequistas : discípulos e missionários





Este blog tem como objetivo despertar, avivar o amor e a a dedicação a Deus e os princípios e verdadeiros valores encontrados na comunidade e na Santa Igreja Católica Apostólica Romana  que é ao mesmo tempo discípula e  missionária. A formação de discípulos e discípulas de Jesus Cristo precisamos conhecê-lo, amá-lo e segui-lo. Pelo batismo, somos chamados a desempenhar-mos uma missão: Ajudar  a quem precisa. Discípulos e Missionários de Jesus Cristo.

A Igreja católica necessita deixar de pensar unicamente nos próprio fiéis, para sair de seus grupos fechados e iniciar um verdadeiro trabalho missionário.  A catequese  não é uma instrução doutrinária. Segundo o documento Catequese Renovada, o método é que vai definir o tipo de catequese que se faz e que se quer realizar. É só doutrina? Transmite uma experiência de vida?

 Portanto, o método deve ser um processo global da caminhada catequética, um itinerário que proporcione a experiência cristã. É um itinerário abrangente de educação da fé: o grande formador de comunidades cristãs comprometidas.

Urge refletir sobre e como desenvolver uma proposta catequética ativa, dinâmica, capaz de fazer arder seus corações; urge desenvolver um processo de educação de fé dos catequizandos.  Mas como fazer? Por onde começar? Essas inquietações, presentes em nossas atividades catequética vão servir para questionar os procedimentos metodológicos.

Para que o catequizando seja o sujeito do processo, o ponto de partida é a sua experiência  de vida de fé, isto é, sua realidade, sua caminhada e também suas expectativas.

Desse modo o catequista vai abrindo espaço  para discussão do problemas dos catequizandos com perspectivas críticas, iluminado pela Palavra de Deus, provocando mudanças no modo de ser  e viver desses catequizandos. Isto é o que o chamamos de processo adulto de educação da fé.
















Papa Francisco: 15 doenças
e tentações da Cúria Romana
















Angelus com o Papa Francisco_
A nossa Alegria é ser discípulos e
amigos de Jesus_Domingo 07/07/2013